Onde acontecem o Movimento e a Jornada dos Solvers!

Onde os Solvers são parte de uma Comunidade que vive e transborda o Solver Lifestyle.

Será que a Solver Academy é para você? (E será que você pode fazer parte da Solver Academy?)

Outro dia, estava assistindo a uma entrevista, onde uma pessoa que admiro, estava falando que, em breve (principalmente por conta das IAs), não teremos mais a divisão do mundo entre ricos e pobres, mas entre os Curiosos e os Não Curiosos, e que os primeiros vão nadar de braçada, mas os segundos vão ficar para trás. Achei que isso faz muito sentido!

Se você é uma pessoa Curiosa (como eu), que gosta de aprender e se aprofundar em assuntos interessantes, que podem transformar a realidade em que vivemos, vai curtir ler este texto (enorme) até o fim. (Se fizer isso, mostra que já tem a característica principal de um Solver: a Curiosidade).

Agora se você é só uma pessoa bisbilhoteira, frágil (que perde para um textão), além de alguém que tem procrastinação crônica, acredito que vai querer pular fora agora mesmo, não é verdade?! (Pode sair, ninguém está vendo!)

Mas que raios é um Solver?

É uma pessoa com uma mentalidade de solução de problemas (Solver Mindset), ou seja, alguém que enxerga desafios como oportunidades e busca ativamente soluções criativas e eficazes.

Resolver problemas, solucionar desafios (pessoais, de pessoas próximas, dos clientes, da sociedade, e até mesmo do mundo), é parte do que move a vida de um Solver, é um dos seus maiores propulsores.

Existem Solvers bem famosos, são pessoas que geraram (e geram) grandes transformações, pois tomaram para si uma causa, com o propósito de solucionar algum grande desafio, dedicando suas vidas nisso.

Vou te dar dois exemplos de Solvers bem conhecidos:

1 – Martin Luther King, que “tinha um sonho” e agiu em busca da solução, mobilizou as pessoas, e também dizia que “o problema não é o barulho dos maus, mas o silêncio dos bons”.

2 – Elon Musk, que reconhece o estrago que a humanidade está fazendo com o planeta Terra, tem criado soluções ambiciosas e disruptivas (através das suas empresas), para possibilitar a vida em outros planetas, entre outras coisas.

Ambos são considerados grandes Solvers, goste deles ou não, concordando com suas visões de mundo ou não, eles construíram suas vidas com o propósito de solucionar problemas!

O que me move, a minha causa, o motivo da criação do Movimento Solver Mindset:

Vivemos em uma sociedade dividida entre ideologias, religiões, visões de mundo que possuem vieses e descartam totalmente ideias e pessoas que não fazem parte das suas bolhas, que são alimentadas diariamente, através de algoritmos cada vez mais inteligentes, que servem para perpetuar o status quo.

A dopamina rápida e barata está cada vez mais disponível e o nosso sistema de recompensas (dentro do nosso processador central, que é o cérebro) não sabe muito bem lidar com essa explosão de estímulos viciantes, que nos mantém como zumbis, procurando o novo prazer rápido, a nova treta, a comida mais saborosa, os vídeos curtos infinitos, a fofoca mais quente, o prazer solitário, as notícias alarmantes, os minutos que se tornam horas nas redes sociais, tudo o que serve para manter a gente em um ciclo vicioso e infinito.

É como se fossem “botões” que temos instalados no nosso processador, que são facilmente apertados, acionando um comportamento que pode ser extremamente prejudicial para nós.

Isso tudo nos prende em uma vida que não tem: crescimento, valor real, propósito, realização de sonhos, resultados, enfim, vivemos o mesmo ano todos os anos e muitas vezes nem percebemos. É muito fácil ligar o modo: “Deixa a vida me levar!”

A gente não tem o controle da nossa própria vida, é como se fossemos um personagem de videogame (uma marionete), sendo jogado por outras pessoas, que decidem para onde vamos, o que comemos, o que vestimos, o que devemos (ou não) aprender, o que queremos comprar, quais são os nossos sonhos, a nossa profissão, a nossa religião, a nossa ideologia política, nossas preferências de relacionamentos, as causas que devemos (ou não) defender, quem pode (ou não) ser criticado, as nossas punições e recompensas, até mesmo nossos pensamentos, emoções, sentimentos e todos os demais comportamentos, que vão gerar os nossos resultados.

Não é por acaso que as coisas acontecem dessa maneira, existe intenção, existe um projeto de controle e manipulação que o Sistema tem sobre nós.

O Sistema está em tudo, é o status quo, o establishment, chame como quiser. É o que se perpetua, que cria problemas sem gerar soluções, pode ser o sistema educacional defasado, as mídias em busca da sua atenção, o sistema político querendo se manter no poder, grandes indústrias que utilizam conchavos e marketing pesado para te viciar em alimentos, remédios, produtos que vão “te fazer mais feliz”, o entretenimento com a finalidade de alienar, de banalizar causas reais, que precisam de soluções complexas, as ideias e crenças propagadas, que nos tornam mais frágeis, vitimistas, escassos, paralisados, e claro, dependentes.

Eles sabem como a gente funciona, nos conhecem melhor do que conhecemos a nós mesmos, conseguem ativar facilmente os nossos “botões”, que costumo chamar de ativações do Loser Mindset, que são os nossos famosos sabotadores. (Existe um monte deles, listei 70 no Desafio Solver, que deixei o link no final deste texto).

As pessoas estão cada vez mais “bugadas”, a saúde mental está indo ladeira abaixo, as chances de controle (de quem manipula as cordinhas da marionete) estão aumentando drasticamente, o que torna ainda mais difícil as pessoas conseguirem se libertar.

Isso me deixa completamente indignada, é o que mais me revolta, saber que existe a possibilidade de vários de nós conseguirmos conquistar a liberdade desse Sistema, que quer nos manter como zumbis modernos, mas (ainda) poucas pessoas despertaram para isso, afinal, a realidade é infinitamente maior do que conseguimos enxergar. (O peixe dentro do aquário, não sabe que existe a água).

Vou explicar melhor, usando uma referência que provavelmente você conhece:

Tenho um carinho enorme pelo filme Matrix de 1999, onde a realidade apresentada na obra parece ficção, mas pode ser facilmente transportada para a nossa realidade atual: somos os humanos, naquele campo de humanos, sendo controlados pelas máquinas, vivendo uma ilusão sem questionar, sem enxergar a realidade, para continuar sendo controlados, manipulados e dependentes daquele Sistema, e servindo de energia para manutenção do status quo (que no filme, era o domínio das máquinas).

Aproveitando a referência do filme, quero apresentar uma analogia, que depois de escutá-la em um podcast (enquanto aumentava o meu Repertório) e conseguir internalizar o conceito (que é muito simples, até meio bobo), serve como uma nova forma de enxergar e explicar o mundo para mim. A analogia é:

“A realidade é feita de TBs (Terabytes), mas só enxergamos alguns KBs (Kilobytes).”

Sei que já existem unidades de medida computacional maiores (como o YB: Yottabyte), mas prefiro manter a referência com mais facilidade de entender. (Afinal, é mais frequente ter acesso a hardwares com capacidades em TBs). E para os chatos de plantão: considere a realidade como múltiplos pacotes de dados (KBs, MBs, GBs, TBs) espalhados por todos os cantos do universo (no todo, formam quantidades de dados muito maiores até mesmo que o YB), estão distribuídos pelas áreas do conhecimento e pelos ambientes em que estamos inseridos.

Em resumo, a frase diz que a realidade é muito maior do que a gente consegue enxergar e processar, em nosso maravilhoso processador de carbono (o cérebro humano).

Sabe o que limita quais e quantos KBs da realidade a gente consegue enxergar?

A nossa programação mental, os softwares e aplicativos que estão instalados no nosso cérebro. Eles vão sendo instalados desde o início da nossa existência, e alguns deles são reforçados ao longo da vida, como se fossem atualizações mais robustas, mais fortes, de um mesmo aplicativo. (O mesmo serve para vírus e bugs). É essa programação mental, que é a fonte (a origem) dos nossos pensamentos, emoções, sentimentos, comportamentos, que levam aos nossos resultados, ou a falta deles.

Voltando à Matrix: lembra que o Neo aprendeu a lutar Kung Fu, falar Japonês, entre outras coisas, como se estivesse instalando aplicativos?

Então, ele começou a enxergar mais KBs da realidade com relação a essas coisas (antes os KBs estavam relacionados a saber que essas coisas existiam, depois, ele obteve o conhecimento na íntegra e ainda sabia usar na prática). (Com um clique, ganhou Repertório e XP, vou falar sobre esses dois mais tarde).

Quando o Morpheus explicou o funcionamento da Matrix, ele começou a enxergar mais KBs, enxergou o Sistema e o seu funcionamento, começou a enxergar o mundo real.

Quando lá no final do filme (não venha reclamar de spoiler de um filme de décadas atrás, se você ainda não viu, é sua obrigação conhecer aqueles KBs da nossa realidade, da nossa cultura, que serve de referência e explicação para ideias, movimentos e novas tecnologias), mas voltando: no final do filme, o Neo começa a ver a programação da Matrix, é como se estivesse enxergando os bastidores do teatro de marionetes, as entranhas do sistema, ele começou a ver todos os TBs e conseguia controlá-los.

Mas a vida real está longe da ficção! Será mesmo???

Sabe quando a gente está dentro de uma bolha, onde as pessoas à nossa volta falam somente as coisas que concordamos, que aceitamos, que fazem parte de nós, da nossa identidade?

Estar dentro de uma bolha, é ver somente alguns KBs da realidade e ignorar muitos outros, que poderiam nos ajudar a solucionar problemas reais, que podem ser os nossos desafios pessoais, ou até problemas da sociedade em que vivemos.

Quando tenho uma ideologia, uma crença (seja ela qual for), uma mentalidade, uma visão de mundo, é como ter um filtro da realidade, que só me apresenta os KBs específicos, que a minha programação permite enxergar. (Podemos viver anos, décadas, até mesmo a vida inteira, sem expandir a quantidade de KBs que enxergamos da realidade).

Ao tentar criar soluções para problemas e desafios reais (próprios, da sociedade, do mundo), pode acontecer (na verdade, é o que acontece na maior parte das vezes) de não termos acesso aos KBs necessários, que podemos conectar com outros, e criar uma solução efetiva para aquilo que desejamos resolver. Nos falta Repertório, nos faltam dados, informação, conhecimento, diversos KBs que ainda não temos acesso, ou não enxergamos, mesmo que estejam na nossa cara.

Muitas oportunidades passam despercebidas, por não termos a programação mental necessária para conseguir enxergá-las, ou mesmo valorizá-las. Com isso, muitas soluções deixam de ganhar vida.

Quem tem o controle da situação, que costuma dar as cartas e manipular as pessoas, prefere que nós tenhamos capacidade de enxergar somente alguns KBs da realidade (eles querem mais e mais pessoas “bugadas”, sem perceber as cordinhas da marionete, pois assim, elas não terão condições de descobrir novos KBs, muito menos, de criar soluções para os desafios que estão enfrentando). 

A maior parte das pessoas, a grande massa, não tem acesso (sequer) a esse tipo de informação que você está lendo agora. (É um mundo de pessoas com o Loser Mindset ativado, em várias áreas da vida).

Mas é possível despertar, causar uma enorme transformação e mudar a própria realidade, e eu posso provar isso para você!

Vou te contar um pouco da minha experiência pessoal (conto mais no Webinar, que deixei o link no final):

Eu não sabia que minha programação era tão limitada, que os poucos KBs que enxergava, não permitiam criar soluções para os meus próprios problemas. Como muitas pessoas fazem, por anos e anos, durante grande parte da minha vida, me preocupei bastante com os problemas das vidas dos outros, da sociedade, do mundo, pois era muito fácil opinar, dar palpite, mandar outras pessoas resolverem e ficar revoltada por não ter controle algum sobre todas as coisas, que eu achava que precisavam de solução.

Quando os meus problemas não eram tão grandes, empurrava para debaixo do tapete, estava na famosa zona de conforto, seguia repetindo minha programação, pensamentos, emoções, comportamentos e resultados, enxergando ano após ano, os mesmos KBs de sempre, acomodada, sem buscar novos desafios, que fariam surgir a necessidade de expandir o quanto da realidade eu poderia enxergar.

Até que algo aconteceu: uma crise de ansiedade se instalou, por causa da falta de resultados. Isso fez com que eu ficasse paralisada, olhando um paredão de problemas na minha frente, como se vivesse em um quarto escuro, cheio de monstros assustadores, que me faziam sentir incapaz, incompetente, sem uma gota sequer de autoconfiança, para conseguir sair daquela situação. Foram tempos difíceis (emocionalmente), choros constantes, episódios depressivos, uma sensação enorme de que nunca conseguiria sair daquele lugar.

A dor era terrivelmente forte, fazendo com que tivesse uma mudança drástica em minha atitude. Pensei o seguinte:

Se continuasse daquele jeito, a tendência era só piorar, ficaria ainda mais debilitada, fragilizada, e qualquer chance de sair daquela situação seria impossível. Então precisava me mexer, fazer alguma coisa, o Repertório que tinha até aquele momento, me permitia enxergar alguns KBs importantes, pois naquela época, já sabia que a versão que me fez chegar até aquele lugar, não seria a mesma, que conseguiria solucionar a situação.

Mas eu precisava de uma luz, de um caminho, precisava entrar em uma jornada de transformação, de desconstrução da versão que era até aquele momento, para conseguir construir a nova versão. A luz veio através de uma ideia: começar a interromper um monte de pensamentos negativos, catastrofização, e medo do futuro, me fazendo uma pergunta, a pergunta mais importante, que salvou a minha vida: 

QUAL É A SOLUÇÃO?

Comecei a me condicionar a perceber os pensamentos negativos, logo que estavam surgindo na minha cabeça, e interrompia esse processo mental fazendo a pergunta “mágica”! (É claro que até aquele momento, já enxergava alguns KBs importantes, graças a minha eterna jornada de desenvolvimento pessoal, autoconhecimento e autorresponsabilidade, portanto, já tinha no meu Repertório algumas ferramentas que foram cruciais, para que eu conseguisse fazer isso).

O fato de começar a pensar na pergunta, em como a minha Versão Superpower resolveria aquele problema, me permitiu fazer uma lista de soluções (simples, complexas, até mesmo ridículas e absurdas), que servia como mudança de foco dos problemas para as possibilidades de solução, melhorando muito o meu estado emocional, me tornando capaz de buscar os recursos necessários (Repertório, desafios e experiências) para construir a versão de mim mesma, que seria capaz de sair daquela situação.

Tudo começa a partir do momento que a gente decide olhar para dentro!

O primeiro passo, depois que resolvi entrar de vez na jornada e utilizar a pergunta como norte, foi olhar para dentro e identificar os meus sabotadores, aqueles sintomas emocionais e comportamentais, que me mantinham como uma prisioneira, que bloqueavam a minha vida e eram as evidências das ativações do meu Loser Mindset. (Você também pode se aprofundar nos seus sabotadores encarando o Desafio Solver, que deixei o link de acesso no final).

Depois dessa identificação, precisei utilizar várias ferramentas, que moldaram meus hábitos e comportamentos, possibilitando modificar a minha programação mental, me ajudando a desativar vários sintomas do meu Loser Mindset, e começar a ativar o Solver Mindset em minha vida.

Desse processo inicial, nasce o bordão do Movimento Solver Mindset:

Olhe para dentro! Ativar Solver!

Resumindo a história, consegui minha liberdade: 

Saí daquele quarto escuro, fui desativando um a um os meus sabotadores (ativações do Loser Mindset), comecei a construir autoconfiança e a minha Versão Superpower (com o Solver Mindset ativado), que segue sendo construída e atualizada diariamente.

Nessa jornada, mudei completamente o estilo de vida, treino diariamente o meu cérebro para pensar em soluções, como se fosse um treino de “musculação da mente”. Percebo as melhorias no meu estado emocional e na forma como vejo o mundo. Sempre procuro aumentar o Repertório, desafio minhas certezas e convicções, com exposição ao contraditório, não fico presa em bolhas, enxergo novos KBs todos os dias, crio conexões entre eles, que me permitem criar novas (e melhores) soluções.

Foco no que controla!

Lá atrás, vivia dando palpite e opinião de como resolver a vida das pessoas, quem deveria fazer o que, ou deixar de fazer, mas não tinha solução nem para a minha própria vida. Não sabia lidar com as minhas emoções, mas queria controlar as pessoas, o que elas pensavam, falavam, faziam ou deixavam de fazer.

Aprendi a focar no que tenho controle, que são os meus pensamentos, emoções, reações, sentimentos, comportamentos (ações e omissões), que podem gerar os meus resultados. Parei de me preocupar com o que não tenho controle, como por exemplo: opiniões de outras pessoas sobre mim, problemas que não posso solucionar, coisas que acontecem e não tenho como intervir. Consegui tirar a carga emocional de tudo isso, descobri que era possível desapegar, e a vida ficou mais leve, livre e feliz!

Quando o copo está cheio, você pode transbordar!

Chegou ao ponto, onde já me sentia tão repleta, tão cheia de coisas boas, que percebi ser a hora de transbordar. (Sei que para causar mudanças e soluções nas outras pessoas, na sociedade, é muito mais fácil através do exemplo, da inspiração, do que tentar falar ou obrigar).

Portanto, decidi fazer desse transbordamento, a minha motivação, de trazer para perto as pessoas que querem também ser solução, que já cansaram de ser problema, ou de reclamar dos problemas, mas que sentem que podem fazer mais, solucionar os próprios desafios, para inspirar outras pessoas a fazer o mesmo.

O Movimento Solver Mindset nasce desse propósito, ao entrar nessa jornada de criar soluções para os nossos desafios, podemos criar soluções para os desafios da sociedade, para sermos a solução que queremos ver no mundo. Afinal, as soluções nascem de dentro para fora. (É o que acredito, e a minha jornada reforça essa crença).

Como é um Movimento, não é só ler um texto gigantesco, responder um questionário, assistir um Webinar, para receber alguns KBs da realidade e ficar por isso mesmo. É para viver o Movimento, é para viver um estilo de vida que reflete tudo isso.

Dei o nome de Solver Lifestyle, o estilo de vida Solver, que tem como base os 4 Pilares Solver, que fazem parte das rotinas, hábitos e comportamentos dos Solvers.

1º Pilar: Energia da Máquina (saúde física e mental), pois a gente fica praticamente impossibilitado de criar novas soluções, se não tiver com este Pilar em dia (sono, alimentação, exercícios físicos, hidratação).

2º Pilar: Repertório, pois não tem como aumentar o número de KBs que enxergamos da realidade, se não aumentamos ativamente o nosso Repertório, através de várias fontes (leitura, assistir vários conteúdos mais aprofundados, interagir, fazer perguntas, questionar, coletar ferramentas).

3º Pilar: Inteligência Emocional, porque é impossível criar soluções (de verdade) para os desafios da vida, sem ter autoconhecimento, autorresponsabilidade, controle emocional, foco no que controla, autoconfiança, ou seja, sem a programação mental de uma versão melhor, que consegue enxergar mais KBs da realidade, sem bloqueios.

4º Pilar: XP (Pontos de Experiência), porque não adianta somente acumular Repertório e não aplicar, é preciso entrar na jornada, encarar os medos, trilhar o caminho, passar pelo processo de mudança, encarar novos desafios, buscar a melhor versão, sair do ponto A e ir até o ponto B, aplicar e fazer combos de ferramentas, para solucionar cada desafio.

Falando em ferramentas…

Durante a jornada, fui acumulando mais de 100 ferramentas, que aprendi em livros, podcasts, vídeos, aulas, interações sociais, posts, artigos, vários conteúdos que estava ativamente buscando, para aumentar meu Repertório (pois a ideia é enxergar mais KBs, modificar minha programação mental, para conseguir enxergar ainda mais KBs, possibilitando fazer conexões e criar novas soluções, tornando tudo isso um ciclo virtuoso), esse acúmulo de ferramentas resultou em uma Solver Toolbox, a minha caixa de ferramentas, que possibilitou desconstruir a versão anterior, além de ajudar diariamente a construir e atualizar a minha Versão Superpower.

(Explico em detalhes sobre os 4 Pilares Solver e algumas ferramentas da Solver Toolbox, lá no Webinar, que deixei o link no final).

Primeiro solucione os seus desafios, depois solucione o mundo!

Para causar uma mudança real na sociedade, precisamos de mais Solvers, pessoas que querem ser a solução que desejam ver no mundo, que decidiram começar solucionando os próprios desafios, desativando seus sabotadores, seus bloqueios emocionais, aumentando seu Repertório, expandindo o que enxerga de KBs da realidade, para conectar ideias e criar novas soluções.

Por isso, decidi criar a Solver Academy, uma academia para treinar a mente dos Solvers (pode usar como referência tanto a academia dos marombas, de treinos diários, quanto a academia intelectual, dos nerds, que geram conhecimento), onde praticamos a criação de soluções, para resolver os nossos desafios, aplicar diariamente os 4 Pilares Solver, utilizar a Solver Toolbox e viver o Solver Lifestyle na prática, além de inspirar a transformação no ambiente em que vivemos (afinal, nós somos ambientes de outras pessoas, vivemos em sociedade e temos forte poder de influência).

Uma academia para Solvers, onde vivemos o Solver Lifestyle!

A Solver Academy é a união de pessoas que querem ser a Solução para os desafios do mundo, começando pelos próprios desafios.

Dentro da Solver Academy, teremos encontros online (ao vivo) 2 vezes por mês, onde utilizaremos combos de ferramentas para solucionar os desafios escolhidos pela Comunidade Solver.

Todos os membros terão acesso à Comunidade Solver, dentro do grupo de WhatsApp exclusivo, onde teremos trocas diárias de: experiências, visões de mundo, novos KBs, desafios, Soluções, Repertório, ferramentas, ideias de soluções para a própria Solver Academy e Comunidade Solver (explico ao final do Webinar), além de incentivo e motivação para cultivar o Solver Lifestyle.

Para ser um dos Solvers, que quer transformar a própria vida e a sociedade, você precisa fazer a sua matrícula através de uma assinatura anual, que pode ser dividida em 12 vezes de R$ 230,00.

Se você quer fazer parte desse Movimento, se quer pertencer à Comunidade Solver e contribuir para uma mudança real, começando a partir de você, clique no botão abaixo, para fazer a inscrição:

Agora se você quer se aprofundar, conhecer ainda mais sobre o Movimento Solver Mindset e sobre os seus próprios sabotadores, participe do Desafio Solver (clique aqui) e depois assista ao Webinar do Movimento (clique aqui). (Recomendo fortemente passar pelo Desafio Solver primeiro, para conseguir entender melhor o Webinar).

Nota: Quando desenvolvi o Desafio Solver e gravei o Webinar, ainda não tinha acesso a alguns KBs que utilizei para escrever este texto. Mas essa é a pura essência de um Solver: sempre evoluir, se desenvolver, aumentar o Repertório, para criar novas soluções. (Inclusive, quando eu expandir ainda mais os KBs que enxergo da realidade, até mesmo este texto, poderá sofrer alterações no futuro).

Se você tiver qualquer dúvida, fale diretamente comigo pelo WhatsApp: